A escolha de um sistema de implantes vai muito além do formato ou das dimensões disponíveis. Ela pode influenciar diferentes etapas do tratamento, desde o planejamento e a execução cirúrgica até a fase protética e o acompanhamento do paciente.

Por isso, conhecer as características do sistema e entender como elas se relacionam com a rotina clínica é fundamental. Confira 5 pontos que merecem atenção antes da escolha.

A conexão entre implante e componente protético é um dos primeiros aspectos a serem avaliados. Diferentes sistemas apresentam características próprias de encaixe, estabilidade e possibilidades de reabilitação.

É importante considerar fatores como precisão da conexão, variedade de componentes protéticos e compatibilidade com as soluções utilizadas na rotina clínica.

Formato do corpo, desenho das roscas, ápice e capacidade de corte são características que compõem a macrogeometria de um implante.

Esses elementos interferem na forma como o implante interage mecanicamente com o tecido ósseo durante sua instalação. Por isso, a escolha deve considerar o planejamento do caso, as características do leito ósseo e a técnica cirúrgica indicada.

Um sistema de implantes não termina no implante. A disponibilidade de componentes protéticos é fundamental para atender diferentes possibilidades de reabilitação.

Antes da escolha, vale verificar se o sistema oferece soluções para próteses unitárias, múltiplas e totais, além de componentes que facilitem a resolução de diferentes situações clínicas.

A organização do instrumental também pode impactar diretamente a experiência do profissional. Um kit cirúrgico intuitivo, organizado e capaz de atender diferentes dimensões de implantes pode tornar o fluxo clínico mais simples.

Também é interessante observar a quantidade de instrumentais necessários, a sequência de fresagem e a facilidade de identificação dos componentes durante o procedimento.

Além das características físicas do produto, é importante conhecer o desenvolvimento tecnológico por trás do sistema. Informações técnicas, estudos, documentação e evidências relacionadas ao produto ajudam o profissional a compreender melhor suas características e indicações.

O suporte oferecido pela empresa também merece atenção. Treinamentos, materiais técnicos, disponibilidade de componentes e atendimento comercial podem fazer diferença na experiência de utilização do sistema ao longo do tempo.

A escolha deve considerar o sistema como um todo

Não existe apenas uma característica que determine a escolha de um sistema de implantes. O ideal é analisar como implante, conexão, componentes protéticos, instrumental, evidências e suporte funcionam em conjunto e se adaptam às necessidades clínicas do profissional.

Na Medens, o sistema HIS foi desenvolvido considerando diferentes etapas da Implantodontia, com características como conexão Cone Morse 11,5°, kit cirúrgico único, reversibilidade protética e macrogeometria desenvolvida com embasamento científico.

Conhecer essas características e compreender como elas se aplicam à prática clínica é um passo importante para uma escolha mais consciente e para a construção de um fluxo de trabalho mais eficiente.

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